sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Metodologia: Teoria da Nova História




De forma aleatória, fui postando aqui no blog algumas etapas da elaboração do meu TCC e, hoje, vou voltar um pouco e comentar sobre a "Metodologia".

A metodologia são algumas das diversas exigências do trabalho acadêmico. Segundo Fachin (2006, 30-31), "é a escolha de procedimentos sistemáticos para descrição e explicação de um estudo (...) É a maneira de se proceder ao longa de um caminho" na pesquisa. Ou seja, é a explicação dos métodos e técnicas de investigação e sua adequação ao projeto.

Por isso é normal que você tenha dúvidas sobre qual metodologia optar e seu projeto experimental passe por diversas mudanças. Assim como aconteceu comigo!

Se você estiver passando por esta mesma fase, indico a leitura "Teoria do Jornalismo", de Felipe Pena. Este livro é bem didático e muito solicitado pelos professores logo no início do curso. São listadas 11 diferentes teorias. 

Foi através do livro e de um e-mail de Felipe Pena que escolhi a "Teoria da Nova História". É uma teoria pouco explorada nas instituições de ensino e relativamente nova, afinal, surgiu em 1970 na França.

A Teoria da Nova História critica o imediatismo, a subjetividade e o sensacionalismo. Questiona o positivismo, de August Comte, e documentos oficiais. A teoria prega que os objetos devem ser observados sob a influência social. Um exemplo muito bom para explicar tudo isso é: "Não conhecemos a história da Grécia, conhecemos parte da história da Grécia".

Entre os teóricos da Nova História, destacam-se: Michel de Certeau, Le Goff, Braudel e Lacouture. 

Espero ter ajudado vocês com algumas dicas bibliográficas. Até o próximo post!

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